sábado, 22 de novembro de 2008

Cerveja as Coisas com Melação!

Não é que estava eu, ouvindo a Cidade Rock Brasil, quando de repente começou a tocar CPM22, me dei conta de uma coisa -- e isso é opinião minha -- me lembrei de como não gostava de CPM22, até brincava falando CPEMO22!

Mas me lembrei das duas únicas músicas que gostava deles, Regina Let's Go! e uma versão de Meu Erro, mas agora posso dizer que sou fã desde criancinha! Dentre as bostas coisas não muito boas que temos no atual cenário Rock'n Roll, os caras desde hoje de manhã, são o que há de menos ruim, e caras, isso é um grande elogio mesmo!

Viva o Movimento Chora EMO!

D@ViNcI

terça-feira, 15 de julho de 2008

Rock no Ritmo da Literatura

Utilizamos diversos veículos para que nossa comunicação possa transmitir pensamentos e interagir dentro de nossa sociedade,dentre estes veículos,um dos mais populares sem dúvida é a música. E destaquemos especialmente um gênero surgido na década de cinqüenta nos EUA e que muito influenciou e ainda tem influenciado,gerações e mais gerações de pessoas,o famigerado “Rock'n Roll”.


Interessante percebermos como este gênero musical buscou grande influência em outro famoso (e bem mais antigo) meio de interação, a literatura.O estilo de linguagem que ambos utilizam muito se assemelha,por vezes pode ser bem “cru” para expressar mais explicitamente uma idéia,por vezes faz-se o uso de metáforas e outras figuras de linguagem,para deixar alguma idéia “suspensa” e caberá ao ouvinte(leitor) decifrar o que o autor quis-lhe passar.

Não raro, encontramos no rock a presença direta da poesia,como exemplo,pode-se citar uma das mais famosas músicas da banda brasileira “Legião Urbana” chamada “Monte castelo” na qual seu autor, Renato Russo, “toma emprestados” versos decassílabos de um dos sonetos de Luiz de Vás Camões (Poeta renascentista português).

Diversos movimentos que foram ramificações do rock pegaram carona nos livros,não podemos deixar de citar os góticos oitentistas com seus exemplares de Oscar Wilde e/ou Edgar Allam Poe nas mãos (que medo).Todavia,o importante mesmo é a livre forma de expressão que ambas (música e literatura) nos propicia,pode ser que nos impeçam de agir,mas jamais nos impedirão de pensar.E como disse, Fernando Pessoa: “A necessidade da arte é a prova de que a vida não basta”.

Paulo 'Morison'

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Música e Suas Roupas

Graças a Eva, hoje em dia, em algumas partes do mundo, temos que usar roupas!

Porém muito mais que servir para cobrir nossas 'vergonhas' (como diz minha santa mãezinha!) as roupas também servem para nos distinguir em certos grupos, as famosas 'tribos'. As roupas podem variar de gosto para gosto ou ainda de um estilo musical para outro.

Do Rock e suas vertentes vemos muito disso, dessa mistura de acessórios, por exemplo no Heavy Metal ou mesmo no Hard Rock por volta dos anos 70 começamos com roupas de couro pretas, cheias de tachinhas, cabelos compridos e guitarristas metidos a semideuses. Lá para 75 graças as revoluções e rebeldias causadas pelos Sex Pistols colocamos camisetas rasgadas, alfinetes de segurança, cabelos coloridos, arrepiados ou ao estilo índio moicano.

Por volta dos anos 80 ao contrário dos Góticos com suas vestimentas sempre pretas, olhos pintados de pretos e cruzes para todos os lados (The Cure?!) temos a galera da New Wave com roupas coloridas, gel no cabelo e muita alegria.

Hoje em dia nos vemos com os Emos, rimou?! Isso mesmo, com suas letras que sempre falam de amor e amizade e com seus cabelos sempre muito bem armados, ou seria arrumados?!

É claro sempre temos ou outros estilos como os pagode com suas belas mulheres sempre com seus vestidos bem pequeninos e seus musicos com suas roupas nas últimas tendências da moda. Temos também o Funk e seus funkeiros mais parecendo surfistas indo de bermudões e camisetas para aquele mar de gente que são os bailes, nas meninas vemos calças e saias bem justas e curtas dando um toque todo sensual as músicas igualmente sensuais.

Roupas são como os estilos pessoais, cada um tem o seu!

D@ViNcI